Jornal Cávado

"...a maior parte dos expositores presentes na feira mostrava-se extremamente reservado quando questionados sobre o aproveitamento que muitos fazem do desespero das pessoas. É o caso de Zila, de Lisboa que lê cartas e mãos. Não sabe explicar como se apercebeu do seu dom. Foi começando devagar e lendo as mãos e as coisas forma batendo certo: “Não quero falar dos outros. Eu sei que sou uma pessoa honesta e tenho ajudado muita gente. Mulheres que andam a envenenar os maridos a pouco e pouco, eu aviso. Pessoas que estão para perder dinheiro, eu aviso”.

Zila diz que muita gente a procura apenas por curiosidade, mas outras estão mesmo interessadas em conhecer o seu futuro amoroso, profissional ou familiar."

 

Autor: Carlos Cunha
Quarta-feira, 17 de Outubro de 2007